Austrália diz que dará apoio consular a fundador da WikiLeaks

A Austrália vai fornecer ao fundador do WikiLeaks, Julian Assange, ajuda consular após ele ser mantido sob custódia por um tribunal britânico por acusações de crimes sexuais na Suécia, disse o ministro australiano do Exterior, Kevin Rudd, na quarta-feira (horário local).

REUTERS

07 de dezembro de 2010 | 22h03

Assange, um australiano de 39 anos, irritou autoridades dos Estados Unidos e ganhou manchetes no mundo todo pela publicação de comunicações diplomáticas secretas.

Rudd disse que Assange entrou em contato com o cônsul australiano em Londres e pediu apoio consular.

"Confirmamos que forneceremos isso, assim como fazemos para todos os cidadãos australianos", disse o ministro à rádio ABC.

Rudd disse que autoridades consulares compareceram à audiência de Assange no tribunal em Londres na terça-feira após a Suécia emitir um mandato de prisão europeu para ele.

Assange, que nega as acusações, permanecerá sob custódia até uma nova audiência em 14 de dezembro.

(Reportagem de Ed Davies)

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