Austrália se prepara para retirar militares do Iraque no dia 31

Saída ocorre mais de seis anos depois da chegada das primeiras tropas australianas para apoiar a invasão

EFE

26 de julho de 2009 | 02h56

Os soldados australianos desdobrados no Iraque se preparam neste domingo para se retirar do país em 31 de julho, mais de seis anos depois da chegada das primeiras tropas australianas para apoiar a invasão liderada pelos Estados Unidos.

 

A medida afeta os 45 soldados que permanecem no país em trabalhos que não envolvem combate, dentro da chamada operação "Catalyst", com a qual o Exército australiano contribui com a força multinacional dirigida pelos Estados Unidos.

 

A operação teve como objetivo "apoiar a criação de um ambiente estável e seguro no país, assim como assistir os programas de recuperação nacional", informou o Departamento de Defesa em seu portal de internet.

 

O fim desta operação não afeta os 100 funcionários do Departamento de Defesa e da Embaixada australiana em Bagdá sob a operação "Kruger", destinada a dar segurança à embaixada e aos funcionários da delegação. A decisão também não atinge os dois oficiais que servem na missão de assistência da ONU no Iraque sob a operação "Riverbank".

 

Durante o tempo que permaneceu no Iraque, a Austrália chegou a ter 14 mil militares no país, em missões de 1.500, que se dedicaram a treinar cerca de 33 mil soldados iraquianos.

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