Banco Mundial quer ajudar novo regime líbio

O Banco Mundial informou nesta segunda-feira que está pronto para prestar ajuda financeira ao novo regime líbio, após os rebeldes entrarem, neste fim de semana, na capital Trípoli, o que, na teoria, seria o último obstáculo a ser vencido contra o ditador Muamar Kadafi, no poder há 42 anos. As informações são de Sri Mulyani Indrawati, um dos três diretores do Banco Mundial.

Agência Estado

22 de agosto de 2011 | 03h37

O diretor disse que vai usar sua vasta experiência em lidar com a reconstrução pós-conflito "para ajudar na reconstrução da Líbia". O levante popular iniciado em fevereiro tomou a capital do país neste fim de semana após meses de combates e ataques aéreos. Desde março, os rebeldes contam com o apoio, sobretudo aéreo, da Otan. Os avanços recentes sinalizam que a hegemonia de Kadafi está no fim. A vitória dos rebeldes provavelmente forçará uma pressão para baixo nos preços do petróleo, o qual já vem caindo em meio às preocupações sobre a desaceleração da economia global. As informações são da Dow Jones. As informações são da Dow Jones.

Tudo o que sabemos sobre:
LíbiaBancoMundialajudanovoregime

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.