AFP PHOTO / Juan QUIROZ
AFP PHOTO / Juan QUIROZ

Barco naufraga com turistas na Colômbia e deixa seis mortos

Naufrágio aconteceu na região turística de Antioquia, a 68 quilômetros de Medellín; prefeito pede que moradores evitem circular pelas estradas que ligam o local do acidente à cidade para agilizar o processo de resgate

O Estado de S.Paulo

25 de junho de 2017 | 19h24
Atualizado 26 de junho de 2017 | 10h41

BOGOTÁ - O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, disse no domingo 25 que são seis as pessoas mortas e 31 as desaparecidas no naufrágio do barco turístico El Almirante, que naufragou na represa de Guatapé, a 80 quilômetros de Medellín.

"Até agora tivemos informação de seis pessoas mortas, três que estão no hospital e três que foram resgatadas pelos mergulhadores. Há 122 pessoas vivas, que estão bem e 31 pessoas que foram reportadas como desaparecidas", afirmou o presidente, que viajou esta noite para o local do acidente.

Santos comentou que alguns dos 31 desaparecidos podem estar com as pessoas que ajudaram a resgatá-los no momento do naufrágio. O presidente acrescentou que é um trabalho difícil, porque está escuro e a água é muito fria, e os mergulhadores trabalharão o tempo que for necessário para resgatar as pessoas.

"Os mergulhadores vão continuar informando a medida que avança a operação", declarou Santos. Ele descartou que o naufrágio tenha ocorrido por excesso de passageiros, ainda que tenha admitido que a investigação para determinar as suas causas não começou.

O prefeito de Medellín, Federico Gutiérrez, pediu que os moradores evitem circular pelas estradas que ligam o local do acidente à cidade para agilizar o processo de resgate. “O mais importante agora é salvar vidas”, declarou.

O barco turístico naufragou com 150 pessoas a bordo. Sobreviventes disseram à imprensa local que o barco de três andares parecia sobrecarregado e nenhum dos passageiros estava com coletes salva-vidas.

O acidente aconteceu na represa Embalse Peñol-Guatapé, localizada no departamento de Antioquia, que faz parte de um sistema de geração de energia das Empresas Públicas de Medellín e é usada para atividades náuticas e de turismo. A região estava cheia durante a tarde de domingo porque era feriado no país.  / AP, EFE e AFP

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