Baterista do AC/DC é acusado de tentar encomendar mortes

O baterista da banda australiana AC/DC se apresentou à Corte da Nova Zelândia, país em que mora, nesta quinta-feira para receber as acusações formais de ter tentado encomendar dois homicídios e de portar metanfetamina e maconha. Phil Rudd, de 60 anos, pagou fiança e responderá ao processo judicial em liberdade.

Estadão Conteúdo

06 de novembro de 2014 | 10h37

De acordo com o jornal local The Bay of Plenty Times, Rudd é acusado de tentar contratar um atirador para matar duas pessoas. A polícia invadiu a casa do baterista na manhã de hoje e o manteve sob custódia até a audiência judicial. Rudd foi então liberado sob condição de não entrar em contato com nenhum dos envolvidos no caso, cujos nomes não foram divulgados pelo juiz.

Procurado pela imprensa, o advogado do réu, Paul Mabey, afirmou que ainda estava se inteirando sobre o caso e que, portanto, não tinha o que comentar. A assessoria de imprensa do AC/DC não foi encontrada para prestar esclarecimentos.

Funcionários do Judiciário do país afirmam que Rudd tem nova audiência marcada no dia 27 de novembro, apesar de que a data poderia ser modificada. O baterista ainda precisa decidir se irá se declarar culpado ou inocente das acusações.

O AC/DC lançaria seu próximo álbum, intitulado "Rock or Bust", no próximo mês e planejava uma turnê mundial em 2015. Não se sabe ainda se o processo judicial contra Rudd irá alterar os planos da banda.

Rudd entrou no AC/DC em 1974, um ano após o lançamento da banda, onde permaneceu até 1983. Rudd se mudou para a Nova Zelândia pela primeira vez. Onze anos após a sua saída, ele decidiu retornar ao grupo, em que atua até hoje. Em seu novo país, Rudd decidiu montar o próprio negócio e abriu um restaurante, chamado de "Phil''s Place". Fonte: Associated Press.

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