Didier Lebrun/Pool via AP
Didier Lebrun/Pool via AP

Belgas prestam homenagens às vítimas dos atentados terroristas ocorridos em 2016 em Bruxelas

Família real da Bélgica fez um minuto de silêncio no aeroporto e ao lado da estação de metrô de Maelbeek, onde 32 pessoas morreram e mais de 320 ficaram feridas

O Estado de S.Paulo

22 de março de 2017 | 10h25

BRUXELAS - A família real da Bélgica, representada pelo rei Filipe e a rainha Matilde, acompanhados pelo primeiro-ministro belga, Charles Michel, prestaram homenagens nesta quarta-feira, 22, às vítimas dos atentados em Bruxelas no dia 22 de março de 2016 cometidos por um terrorista suicida.

Eles fizeram um minuto de silêncio no Aeroporto de Bruxelas e ao lado da estação de metrô de Maelbeek. Os ataques, considerados um dos piores da história do país, deixaram 32 mortos e mais de 320 feridos.

Em companhia de vítimas e parentes, além de integrantes das equipes de socorro que trabalharam no dia da tragédia, os monarcas e o chefe do Executivo fizeram um minuto de silêncio às 7h58 locais (3h58 em Brasília), hora em que ocorreu a explosão das duas primeiras bombas, ativadas por Ibrahim el-Bakraoui e Najim Laachraoui, no aeroporto.

Minutos antes, o rei havia depositado flores no local após a leitura dos nomes das vítimas. O tráfego aéreo ficou interrompido no aeroporto ao longo da cerimônia, que durou 26 minutos.

Às 9h11 locais (5h11 em Brasília), os monarcas fizeram um minuto de silêncio na estação de metrô. Ao chegarem no local, cumprimentaram durante 20 minutos parentes e vítimas do atentado, assim como funcionários do metrô e da equipe de resgate que atenderam os feridos no dia do ataque.

Durante a cerimônia, o ministro-presidente da região de Bruxelas, Rudi Vervoort, inaugurou uma placa comemorativa.

As autoridades ainda devem acompanhar a inauguração de um monumento do artista belga Jean-Henri Compère dedicado a todas as vítimas de atos terroristas. / EFE

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.