Het Nieuwsblad via REUTERS
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Bélgica revisa número de mortos em atentados de 35 para 32

De acordo com a imprensa local, três vítimas apareciam em duas listas distintas; autoridades dizem que todas vítimas foram identificadas, mas não terão os nomes divulgados

O Estado de S. Paulo

29 de março de 2016 | 16h48

BRUXELAS - As autoridades da Bélgica informaram nesta terça-feira, 29, que todas as vítimas do duplo atentado de terça-feira da semana passada em Bruxelas foram identificadas e, após uma "revisão profunda", o número definitivo de mortos é de 32 pessoas.

"Após uma verificação conscienciosa, o número de vítimas caiu para 32", afirmou o gabinete da ministra de Assuntos Sociais e Saúde Pública belga, Maggie De Block. O balanço anterior era de 35 vítimas, sem contar os três terroristas suicidas do duplo atentado.

Por sua parte, a porta-voz da procuradoria de Bruxelas, Ine van Wymersch, confirmou durante uma entrevista coletiva que "todas as vítimas foram identificadas". Das 32 vítimas, 17 são belgas e 15 têm outras nacionalidades, detalhou a porta-voz. Entre as vítimas, quatro morreram no hospital.

A explicação desta diferença é que três pessoas apareciam duas vezes, uma vez na lista de vítimas eleboarada pelo Departamento de Identificação de Vítimas e outra na lista de mortos dos hospitais, explicou a emissora de televisão "RTL", que assegura que não há menores de idade entre os mortos.

O responsável do Departamento de Identificação de Vítimas, Christian Decobecq, afirmou também que 31 pessoas foram identificadas por esta unidade e uma pelos serviços hospitalares. As autoridades belgas também assinalaram que as identidades das vítimas não serão reveladas oficialmente por respeito às famílias.

Quanto aos feridos, segundo o coordenador do Ministério de Saúde Pública, Geert Gijs, 90 pessoas ainda estão hospitalizadas em 28 centros diferentes da Bélgica, das quais 89 estão em terapia intensiva. Além disso, um terço dos pacientes recebe cuidados especiais em centros para queimaduras. Por sua vez, outros quatro feridos foram transferidos a hospitais da França e dos Estados Unidos. / EFE

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