Ruth Fremson/NYT
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Biden amplia gabinete com veteranos em postos-chave da Casa Branca

Nove nomeações – as primeiras entre as centenas que o presidente eleito fará nos próximos meses – incluem seu diretor de campanha, Jen O'Malley Dillon, que será chefe-adjunto de gabinete

Redação, O Estado de S.Paulo

17 de novembro de 2020 | 16h54

WASHINGTON - O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, continua avançando na formação de uma equipe diversa em seu governo, ao anunciar nesta terça-feira, 17, nove assessores de sua campanha para postos-chave da Casa Branca quase uma semana depois de ter nomeado seu chefe de gabinete.

"Os Estados Unidos enfrentam grandes desafios e eles aportam perspectivas diversas e um compromisso compartilhado para fazer frente a estes desafios e construir um país mais forte e unido", declarou Biden em um comunicado.

As nove nomeações - as primeiras entre as centenas que Biden fará para a Casa Branca nos próximos meses - incluem seu diretor de campanha, Jen O'Malley Dillon, que será chefe-adjunto de gabinete.

Dillon, de 44 anos, ficará subordinado ao chefe de gabinete da Casa Branca, Ron Klain, a quem Biden nomeou na semana passada.

Veterano após sete campanhas presidenciais, O'Malley Dillon já trabalhou como vice-diretor do bem sucedido processo que levou Barack Obama à reeleição em 2012.

O co-presidente da campanha, Cedric Richmond, um legislador democrata afro-americano do estado da Louisiana, foi nomeado alto assessor de Biden. 

Richmond, de 47 anos, deixará seu assento no Congresso para ocupar o cargo na Casa Branca quando Biden for empossado em 20 de janeiro. 

Biden também nomeou Mike Donilon, estrategista-chefe de sua campanha e um estrategista veterano do Partido Democrata, como alto assessor sênior.

"A equipe que começamos a reunir nos permitirá fazer frente aos desafios que nosso país enfrenta desde o primeiro dia", declarou Klain em um comunicado.

Outras nomeações incluem o chefe de pessoal e assessor principal da futura primeira-dama, Jill Biden, um conselheiro do presidente e um diretor de operações do Salão Oval.

As nomeações ocorrem enquanto o presidente em fim de mandato, Donald Trump, continua desafiando os resultados das eleições de 3 de novembro e se nega a reconhecer a vitória de Biden. Até agora, seu governo se negou a cooperar formalmente com a equipe de transição de Biden. /AFP

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