Hilary Swift/The New York Times
Hilary Swift/The New York Times

Biden promete vacina contra covid-19 gratuita para todos se chegar à Casa Branca

Candidato democrata e ex-vice-presidente americano afirma que vacinar a todos, independente de 'ter assistência médica ou não', é parte de sua estratégia para combater o coronavírus

Redação, O Estado de S.Paulo

23 de outubro de 2020 | 16h56
Atualizado 23 de outubro de 2020 | 18h59

WILMINGTON, EUA - O candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu nesta sexta-feira, 23, que se vencer, a vacina contra a covid-19 será gratuita para todos, como parte de sua estratégia para combater o novo coronavírus.

"Uma vez que tivermos uma vacina segura e eficaz, terá de ser gratuita para todos, sem importar se você tem assistência médica ou não", disse Biden, durante um discurso, a 11 dias das eleições presidenciais e em um momento em que o vírus deixou mais de 223 mil mortos nos EUA.

Disseminação se acelera 

O número de casos novos de covid-19 relatados nos EUA na quinta-feira foi o segundo maior já registrado e ocorre pouco depois de um pico no verão, enquanto a disseminação do novo coronavírus se acelera em quase todas as regiões do país.

Casos, hospitalizações e mortes estão aumentando agora que o clima mais frio se instaura sobre a maior parte do país. Com 76.195 casos novos na quinta-feira, os EUA estão se aproximando de seu recorde diário de 77.299 casos novos de 16 de julho, de acordo com uma análise da agência Reuters.

Só a Índia registrou mais casos em um único dia: 97.894 em 17 de setembro.

As fatalidades nos EUA também mostram tendência de alta -- 916 foram relatadas na quinta-feira, um dia depois de o país registrar mais de 1.200 mortes pela primeira vez desde agosto. Os óbitos causados pela covid-19 aumentaram 13% em relação à semana passada, atingindo uma média diária de 785 nos últimos sete dias.

Ao mesmo tempo, o número de pacientes de covid-19 nos hospitais dos EUA atingiu uma alta em dois meses. Hoje existem quase 41 mil pacientes de coronavírus hospitalizados no país, uma elevação de 34% na comparação com 1º de outubro, segundo uma análise da Reuters./AFP e Reuters   

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