Anna Moneymaker/Getty Images/AFP
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Biden recebe dose de reforço da vacina contra a covid-19

Presidente dos EUA tem 78 anos e estava apto a receber a terceira dose do imunizante; ele pede que a população americana aceite se vacinar

Redação, O Estado de S.Paulo

27 de setembro de 2021 | 16h12

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, recebeu nesta segunda-feira, 27, a terceira dose da vacina contra a covid-19 e disse que os americanos que se negam a se imunizar estão prejudicando o país.

Biden recebeu a vacina da Pfizer/BioNTech, cumprindo as recomendações aos maiores de 65 anos feitas pelas autoridades sanitárias americanas. "Sei que não parece, mas tenho mais de 65", brincou o presidente de 78 anos.

Também são elegíveis para receber o reforço as pessoas com problemas de saúde e aquelas que, em função de seu trabalho, se expõem frequentemente ao vírus, como os professores.

Mas o problema, disse Biden, é que boa parte dos americanos se recusa a receber até mesmo uma dose, o que potencializa a propagação da variante delta do vírus, altamente contagiosa. Segundo o presidente, 77% dos americanos foram vacinados, mas isso é insuficiente devido à reticência dos quase 25% restantes.

"Essa minoria está causando mal a muitos, um perigo horrível para o restante do país", disse.

Biden recebeu a primeira dose da vacina anticovid da farmacêutica Pfizer em 21 de dezembro do ano passado e uma segunda em 11 de janeiro, antes de assumir o cargo.

Reforço

Aproximadamente 60 milhões de pessoas nos Estados Unidos são aptas para uma dose de reforço da vacina da Pfizer, disse Biden na semana passada. 

O presidente americano afirmou também que as pessoas que receberam as vacinas das farmacêuticas Moderna ou Johnson & Johnson poderiam receber injeções de reforço assim que os estudos forem concluídos, e disse esperar que todos os americanos estejam aptos "em curto prazo". 

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças informaram na sexta-feira 24 que os dados sobre as vacinas de reforço da Moderna e da J&J seriam avaliados "nas próximas semanas". / AFP

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