REUTERS/Mike Segar
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Blogueiro que escreveu sobre Melania pagará ‘quantia substancial’ à primeira-dama por difamação

Webster Tarpley publicou um artigo em agosto no qual citava rumores de que a mulher de Donald Trump havia trabalhado como acompanhante na década de 1990

O Estado de S.Paulo

08 Fevereiro 2017 | 08h02

WASHINGTON - O blogueiro Webster Tarpley pagará à primeira-dama dos EUA, Melania Trump, "uma quantia substancial" por ter escrito, sem provas, que ela foi "acompanhante", em artigo publicado em agosto.

A determinação é o resultado do acordo judicial alcançado pelas partes depois que a ex-modelo denunciou o blogueiro por difamação, segundo um comunicado divulgado na terça-feira pelos advogados de Melania, que não informaram a quantia a ser paga.

Tarpley escreveu em agosto um artigo em seu blog no qual mencionava rumores, sem provas, de que Melania Trump havia trabalhado como acompanhante na década de 1990. "Publiquei um artigo em 2 de agosto de 2016 sobre Melania Trump que estava repleto de afirmações falsas e difamatórias sobre ela", admitiu Tarpley em comunicado divulgado pelos advogados da primeira-dama.

"Não tinha uma base de fatos legítima para fazer essas afirmações falsas e me retrato delas. Estou consciente que foram muito danosas e ofensivas para a senhora Trump e sua família e, por conseguinte, peço perdão a ela, a seu filho, a seu marido e a seus pais por ter feito essas afirmações falsas", acrescentou.

Melania entrou em setembro com um processo contra o blogueiro e outro contra o tabloide britânico The Daily Mail por publicar acusações similares. Foi divulgado essa semana que a primeira-dama reivindica US$ 150 milhões do veículo sob o argumento de que o artigo publicado fez com que sua marca tenha perdido "um valor significativo".

Os advogados calculam que a primeira-dama perdeu "milhões de dólares" em oportunidades de negócio em razão do prejuízo causado pelo jornal a sua imagem. A primeira-dama chegou aos EUA na década de 1990 para trabalhar como modelo e em 2005 se casou com Donald Trump em Palm Beach, na Flórida. / EFE

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