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Bogotá critica CIA por vincular Exército a paramilitares

O governo colombiano rejeitou no domingo, 25, um relatório da CIA que vincula o comandante do Exército Nacional da Colômbia, general Mario Montoya, de ter colaborado com grupos paramilitares para eliminar guerrilheiros marxistas."O governo da Colômbia rejeita a acusação de que agências estrangeiras de inteligência fazem contra o general Mario Montoya, comandante do Exército Nacional, através de vazamentos à imprensa, sem que previamente tenham sido apresentadas provas à Justiça ou ao governo", afirma um comunicado da Presidência da República.A nota acrescenta que, antes do governo do presidente colombiano Álvaro Uribe, o general Montoya era comandante da IV Brigada e da base de Tres Esquinas. "Esta última é de grande importância dentro do Plano Colômbia e requer que seus comandantes tenham o sinal verde" dos dois governos.O governo colombiano pediu "às agências estrangeiras de inteligência" que, se tiverem provas contra membros do Exército, "as apresentem aos organismos competentes de Justiça e Administração".RelatórioSegundo o jornal Los Angeles Times, citando um relatório da Agência Central de Inteligência (CIA, em inglês), o general Montoya colaborou "extensamente" com paramilitares.O Exército e os paramilitares teriam realizado, em 2002, uma operação para matar guerrilheiros marxistas em Medellín, capital do departamento de Antioquia, 570 quilômetros de Bogotá.Se a versão for verdadeira, Montoya seria o funcionário de mais alta categoria na Colômbia envolvido nos escândalos por vínculos entre os paramilitares e líderes políticos colombianos.

Agencia Estado,

26 de março de 2007 | 01h41

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