Foto: Marcos Corrêa/PR
Foto: Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro acompanha com atenção situação na Venezuela; expectativa é que ajuda entre no país

Avaliação do governo brasileiro é que a entrada de ajuda humanitária no país vizinho fortaleça o presidente autodeclarado Juan Guaidó

Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

23 de fevereiro de 2019 | 12h53

BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro está sendo informado o tempo todo da crise na fronteira entre o Brasil e a Venezuela. O momento é de compasso de espera no governo, já que o primeiro caminhão de ajuda humanitária com alimentos e remédio está pronto para entrar na Venezuela por Pacaraima. Bolsonaro está no Palácio da Alvorada, sua residência oficial.

No governo brasileiro, todos torcem e apostam para que a ajuda humanitária possa entrar no país vizinho. A avaliação é que a ajuda humanitária pode fortalecer o presidente autodeclarado Juan Guaidó.

Permanece a decisão de que o Brasil não vai atravessar para o lado venezuelano. Um caminhão venezuelano, com motorista também venezuelano, é que terá de fazer a entrega. Se não conseguir passar, a orientação é voltar e aguardar outra oportunidade, até que se consiga levar a ajuda humanitária aos venezuelanos. Fontes informaram ao Estado que o Brasil vai respeitar a soberania da Venezuela.

Por enquanto, não há reunião marcada. O coordenador do gabinete de crise é o general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Heleno tem acompanhando o desenrolar dos acontecimentos com informações estão sendo trocadas com o governo de Roraima, os órgãos de segurança, o Exército, Policia Militar do Estado e Polícia Federal

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