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Bolsonaro telefona para presidente da Colômbia e defende que ELN liberte sequestrados

Na quinta, um homem em um carro com 80 quilos de explosivos invadiu a academia de polícia Escola General Santander e o detonou dentro do local, matando pelo menos 21 pessoas

Daniel Weterm, O Estado de S.Paulo

18 de janeiro de 2019 | 21h14

BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro telefonou, nesta sexta-feira, 18, para o presidente da Colômbia, Iván Duque, e transmitiu solidariedade ao país após o atentado a uma academia de polícia em Bogotá.

Na manhã de quinta, 17, um homem em um carro com 80 quilos de explosivos invadiu a academia de polícia Escola General Santander e o detonou dentro do local, matando pelo menos 21 pessoas. O ministro de Defesa da Colômbia, Guillermo Botero, atribuiu ao Exército de Libertação Nacional (ELN) a autoria do ataque.

"Gostaríamos que este grupo depusesse suas armas e colocasse em liberdade os incontáveis sequestrados que tem em seu poder, os vitimados no dia de ontem são números assustadores", disse Bolsonaro em vídeo gravado ao lado do chanceler brasileiro, Ernesto Araújo. 

Bolsonaro declarou também que a Venezuela não deveria dar guarida e proteção a "terroristas" da guerrilha. 

 

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