Alex Brandon/AP Photo
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Bombardeio foi ordenado diante de líder chinês

Decisão foi tomada no primeiro encontro entre Donald Trump e xi Jinping

O Estado de S.Paulo

07 Abril 2017 | 03h31

WASHINGTON - A ordem do presidente americano, Donald Trump, para bombardear o regime de Bashar Assad ocorreu durante a visita do líder chinês, Xi Jinping, aos EUA. O ponto central do encontro no clube privado Mar-a-Lago, na Flórida, seria outro país sobre o qual Trump lançou uma ameaça de ação unilateral, a Coreia do Norte. 

O primeiro encontro entre eles seria marcado também sobre debates sobre comércio bilateral. O americano voltou a denunciar que a China não tem sido “justa” com os EUA no plano comercial e a Coreia do Norte tem se imposto como um “problema muito grande”. 

Do Air Force One, Trump afirmou que, assim como no caso da Síria, estaria “pronto para agir unilateralmente” sobre o programa nuclear da Coreia do Norte, se a China não se empenhar em ajudar nessa questão. Horas depois, o americano autorizou a ação militar na Síria.

Trump e a primeira-dama, Melania, deram as boas vindas a Xi e a sua mulher, Peng Liyuan, na mansão de West Palm Beach. O casal chinês foi recebido no aeroporto pelo secretário de Estado americano, Rex Tillerson cerca de uma hora antes de Trump desembarcar na cidade.

A visita tem como um de seus objetivos reduzir a tensão entre Washington e Pequim, intensificada por declarações e ameaças de Trump após ter sido eleito em novembro – o americano afirmou que poderia impor tarifas comerciais pesadas a produtos feitos na China, entre outras declarações. / REUTERS e EFE 

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