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Bombardeios turcos atingem alvos do Estado Islâmico na Síria e matam 34 militantes

Segundo Exército da Turquia, ataques foram resposta aos foguetes lançados pelos extremistas que atingiram a província de Kilis

O Estado de S. Paulo

02 Maio 2016 | 11h46

ANCARA - Bombardeios de artilharia turca e drones enviados da base aérea de Incirlik, no sul da Turquia, atingiram alvos do Estado Islâmico na Síria no domingo, matando 34 militantes, informou o Exército turco nesta segunda-feira, 2.

O Exército informou que os ataques, em resposta a foguetes do Estado Islâmico que atingiram a província turca de Kilis, destruíram seis veículos e cinco posições armadas do Estado Islâmico.

Ainda nesta segunda-feira, os jihadistas arrebataram do Exército sírio o controle de vários pontos na jazida de gás de Al Shaer, no leste da província central de Homs, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

A ONG afirmou que os jihadistas lançaram uma ampla ofensiva contra Al Shaer, em cujos arredores ocorreram enfrentamentos entre ambos os grupos.

A agência de notícias Amaq, vinculada ao Estado Islâmico, publicou um comunicado no qual anunciou que os extremistas haviam desencadeado um ataque contra posições das forças do regime Al Shaer.

O campo de gás esteve em poder dos terroristas em julho e novembro de 2014, mas em ambas ocasiões foram expulsos do local pelos soldados do governo sírio.

Palmyra. O Observatório também acrescentou que nesta segunda-feira ocorreram confrontos entre os jihadistas e as forças armadas sírias no deserto da cidade monumental de Palmyra, que foi reconquistada pelos soldados no final de março após passar dez meses em poder do Estado Islâmico.

A fonte apontou que aviões de guerra estão bombardeando concentrações dos jihadistas no deserto de Palmyra.

Os extremistas proclamaram um califado no Iraque e Síria em junho de 2014, onde tomaram o controle de áreas do centro e do norte de ambos países. Em seu avanço, o Estado Islâmico procurou tomar jazidas de gás e de petróleo, consideradas uma de suas principais fontes de financiamento. /Reuters e EFE

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