Bombas matam pelo menos treze na Argélia

Explosões aconteceram a 50 Km da capital Argel; alvo foi empresa francesa

EFE

08 de junho de 2008 | 16h40

A explosão de duas bombas neste domingo, 8, na província argelina de Boumerdes deixou pelo menos 13 mortos, entre eles um cidadão francês, informaram fontes próximas às forças de segurança. A explosão de duas bombas neste domingo, 8, na província argelina de Boumerdes deixou pelo menos 13 mortos, entre eles um cidadão francês, informaram fontes próximas às forças de segurança. As fontes disseram que os atentados são "muito provavelmente" obra de membros da organização terrorista Al Qaeda para o Magrebe Islâmico (AQMI), que tem inúmeras brigadas muito ativas no país. As duas bombas tinham como alvo a empresa francesa Razel, responsável por fazer obras na região, informaram as fontes. A primeira bomba, que foi acionada a longa distância, explodiu pouco antes das 18h (14h, em Brasília) nas proximidades de uma estação de trem e matou um cidadão francês e seu motorista, que foram atingidos quando abandonavam o local. A vítima francesa é um engenheiro da Razel, responsável pelas obras de restauração na via ferroviária que foi danificada por causa de um acidente há várias semanas. A segunda explosão, que foi ativada à distância também - provavelmente com o uso de um celular -, aconteceu minutos depois nas proximidades de um restaurante e causou 11 mortes entre os membros das equipes de resgate que foram para o local. As fontes explicaram que estas 11 vítimas foram atingidas pela segunda explosão no momento em que se dirigiam para socorrer o engenheiro francês e seu motorista. Imediatamente depois a região na qual aconteceu os atentados foi isolada. Logo após os atentados terem sido noticiados o presidente francês Nicolas Sarkozy condenou "as violências bárbaras e cegas" que o povo argelino continua enfrentando, em mensagem ao presidente da Argélia, Abdelaziz Bouteflika. Além disso, ele expressou suas mais sinceras condolências a Bouteflika e às "famílias argelinas e francesas" das vítimas. Em setembro de 2007 dois franceses e um italiano que também trabalhavam para a empresa de obras públicas Razel ficaram feridos na mesma província após a explosão de uma bomba durante a passagem de seu veículo. Este último atentado foi reivindicado pela organização terrorista Al Qaeda para o Magrebe Islâmico (AQMI), embora ninguém tenha reivindicado ainda a autoria destas duas últimas explosões. O atentado deste domingo é o terceiro registrado nas proximidades de Argel desde a última quarta, quando duas explosões consecutivas, a segunda provocada por um terrorista suicida contra um quartel da Guarda Republicana, deixou três mortos e cinco feridos. No dia seguinte uma bomba colocada nas proximidades de uma estrada matou seis militares que retornavam em um veículo para seu quartel na localidade de Dellys, a 25 quilômetros de Argel. As fontes disseram que os atentados são "muito provavelmente" obra de membros da organização terrorista Al Qaeda para o Magrebe Islâmico (AQMI), que tem inúmeras brigadas muito ativas no país. As duas bombas tinham como alvo a empresa francesa Razel, responsável por fazer obras na região, informaram as fontes. A primeira bomba, que foi acionada a longa distância, explodiu pouco antes das 18h (14h, em Brasília) nas proximidades de uma estação de trem e matou um cidadão francês e seu motorista, que foram atingidos quando abandonavam o local. A vítima francesa é um engenheiro da Razel, responsável pelas obras de restauração na via ferroviária que foi danificada por causa de um acidente há várias semanas. A segunda explosão, que foi ativada à distância também - provavelmente com o uso de um celular -, aconteceu minutos depois nas proximidades de um restaurante e causou 11 mortes entre os membros das equipes de resgate que foram para o local. As fontes explicaram que estas 11 vítimas foram atingidas pela segunda explosão no momento em que se dirigiam para socorrer o engenheiro francês e seu motorista. Imediatamente depois a região na qual aconteceu os atentados foi isolada. Logo após os atentados terem sido noticiados o presidente francês Nicolas Sarkozy condenou "as violências bárbaras e cegas" que o povo argelino continua enfrentando, em mensagem ao presidente da Argélia, Abdelaziz Bouteflika. Além disso, ele expressou suas mais sinceras condolências a Bouteflika e às "famílias argelinas e francesas" das vítimas. Em setembro de 2007 dois franceses e um italiano que também trabalhavam para a empresa de obras públicas Razel ficaram feridos na mesma província após a explosão de uma bomba durante a passagem de seu veículo. Este último atentado foi reivindicado pela organização terrorista Al Qaeda para o Magrebe Islâmico (AQMI), embora ninguém tenha reivindicado ainda a autoria destas duas últimas explosões. O atentado deste domingo é o terceiro registrado nas proximidades de Argel desde a última quarta, quando duas explosões consecutivas, a segunda provocada por um terrorista suicida contra um quartel da Guarda Republicana, deixou três mortos e cinco feridos. No dia seguinte uma bomba colocada nas proximidades de uma estrada matou seis militares que retornavam em um veículo para seu quartel na localidade de Dellys, a 25 quilômetros de Argel.

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