Brasil alerta ONU de novo sobre agressões à embaixada

De acordo com o Itamaraty, o governo brasileiro encaminhou hoje uma segunda carta ao Conselho de Segurança das Nações Unidas reafirmando a preocupação com relação às agressões com a embaixada do Brasil em Tegucigalpa vem sofrendo por parte do governo de facto de Honduras. Nessa nova carta, o Brasil comunica as agressões ocorridas na última sexta-feira, e as tentativas de intimidação e ameaças, como o ultimato para que as autoridades brasileiras definam o status dado ao presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya.

JOÃO DOMINGOS, Agencia Estado

28 de setembro de 2009 | 20h37

No início da noite, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, também conversou com a secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton. O tema da conversa foi o comportamento do embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA), Lewis Anselem, que criticou o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, por seu retorno "irresponsável e tolo" ao país, antes que fosse fechado um acordo para a crise política.

A crise de Honduras foi o assunto de hoje de várias conversas de Amorim. Além de Hillary Clinton, ele também conversou com o secretário-geral da ONU, Ban kin-Moon, e pediu mais empenho do conselho de Segurança para conseguir uma solução para a embaixada. Também conversou com o secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, sobre o episódio em que a entidade foi impedida de entrar em Honduras.

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