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Brasil atribui a estratégia da volta de Zelaya a Chávez

Assessores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Itamaraty trabalham com a informação de que a infraestrutura e a logística para o retorno clandestino de Manuel Zelaya a Honduras tiveram a participação do presidente venezuelano, Hugo Chávez, que teria até mesmo aconselhado Zelaya a procurar a Embaixada do Brasil.

AE, Agencia Estado

24 de setembro de 2009 | 07h46

De acordo com fontes do Palácio do Planalto e do Itamaraty, Chávez considerou que a embaixada brasileira era o local mais seguro para Zelaya. Por essas informações, Chávez teria dito ao presidente deposto que as embaixadas da Venezuela, México, Costa Rica e El Salvador, entre outras, poderiam ser atacadas pelas forças do governo de facto, por causa da proximidade entre o presidente deposto de Honduras e dos governos desses países.

A representação diplomática do Brasil, ao contrário das outras, ofereceria toda a segurança para o abrigo de Zelaya, pois o governo do presidente Lula está à frente das pressões para que o poder seja devolvido ao presidente deposto. Além do mais, a posição brasileira tem o apoio dos Estados Unidos, que não reconhecem o governo que se instalou em Honduras.

Brasil, EUA e Chile, principalmente, exigem que seja adotado em Honduras o Acordo de San José, articulado pelo presidente da Costa Rica, Oscar Arias. Por esse acordo, o poder será devolvido a Zelaya, que comandaria as eleições presidenciais de novembro. O Brasil exige que o governo de facto, de Roberto Micheletti, negocie com Zelaya as condições do retorno dele ao poder. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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