Brasil deu asilo a paraguaio

Lino Oviedo e o então presidente paraguaio, Raúl Cubas, foram acusados em 1999 da morte do vice-presidente Luis María Argaña em um atentado. Cubas foi deposto e se refugiou no Brasil e Oviedo, na Argentina, onde receberam asilo político. Em dezembro de 1999, dias antes da posse presidencial de Fernando de la Rúa, que tinha prometido expulsar Oviedo da Argentina, o general da reserva fugiu do país. Reapareceu em junho de 2000 em Foz de Iguaçu, onde foi capturado pela polícia brasileira.

O Estado de S.Paulo

04 de fevereiro de 2013 | 02h04

O Supremo Tribunal do Brasil rejeitou o pedido de extradição do Paraguai e libertou Oviedo 18 meses depois, após qualificar seu caso como "perseguição política disfarçada". Voltou ao Paraguai em junho de 2004 e foi preso. Em setembro de 2007 foi solto após uma corte militar confirmar que ele era vítima de perseguição política. Oviedo teve seus direitos políticos restituídos e ficou em 3.º lugar nas eleições presidenciais de 2008. / AFP

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