Brasil quer tratado global e rejeita ONU em papel central

Ao conhecer os pontos da proposta europeia de regulação mundial da internet, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que "o caminho é esse mesmo". Ele aprova a adoção de um processo mais amplo de tomada de decisões e afirma que a sociedade civil não deveria ser excluída das discussões. "Ela já conquistou seu espaço e não deve ser desconsiderada."

Lu Aiko Otta / Brasília - O Estado de S. Paulo,

12 de fevereiro de 2014 | 23h40

Bernardo concorda que a tomada de decisões não deveria ser centralizada na ONU, por exemplo, que "tem um caráter de organização de Estados." O ministro ressalva que essas linhas não são contraditórias com um tratado internacional, tese defendida pelo governo brasileiro.

"A verdade é que algumas tarefas são de Estado, como por exemplo a segurança", argumentou. "Em outras funções, o melhor é o Estado não se meter, como por exemplo em definições técnicas de domínio ou protocolos da rede."

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