Brasil terá centro de treinamento em finanças públicas para estrangeiros

A Escola de Administração Fazendária do Brasil (Esaf), que forma os quadros do Ministério da Fazenda, ampliará suas atividades, para treinar também funcionários de países da América Latina e da África portuguesa em questões específicas de gestão financeira doméstica e internacional. Um convênio assinado nesta sexta-feira pelo ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Horst Koehler, criou o Centro de Treinamento Brasileiro da Esaf.Primeiro do gênero nas Américas, o centro tem programados dois cursos, sobre setor financeiro e bancário e câmbio e sobre comércio exterior para este ano, e pelo menos mais cinco para o ano que vêm. Os cursos, de uma semana de duração, cobrirão toda a gama de temas relacionados com a administração das finanças públicas.O Instituto do FMI, o braço acadêmico do Fundo, fornecerá os professores e financiará a participação dos alunos, que virão da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai, Peru, Venezuela e Uruguai, além dos países de língua portuguesa da África. Os cursos estarão abertos também a funcionários públicos brasileiros. Segundo a diretora da Esaf, Fátima Cartaxo, a meta inicial do centro é treinar 4 mil funcionários.

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