Brasileiras participam de homenagem a Kim Il-sung

Defensoras da ideologia 'juche', elas atravessaram o mundo para o centenário

Cláudia Trevisan e Lisandra Paraguassu / Enviadas Especiais / Pyongyang,

13 de abril de 2012 | 20h57

PYONGYANG - Amigas da Coreia do Norte, defensoras da ideologia "juche" e da reunificação das Coreias sob a bandeira socialista, as brasileiras Rosanita Campos, Socorro Gomes e Dilma - que não quis dar o sobrenome - atravessaram o mundo para vir a Pyongyang homenagear o centenário do patriarca Kim Il-sung.

Vice-presidente do Partido Pátria Livre, Rosanita conta que seu marido, Claudio Campos, era amigo de Kim Il-sung, com quem esteve uma vez. Ela mesma também o visitou em 1994, pouco antes da sua morte. "Claudio era amigo do Kim. Eles tinham uma relação política muito boa. E eu também passei a me interessar pela Coreia", conta.

Socorro Gomes, do Conselho Mundial da Paz, veio participar de uma conferência a favor da reunificação com a Coreia do Sul. "A Coreia venceu um imperialismo fortíssimo. É prova de resistência e dignidade", disse.

Dilma não tem nenhuma ligação com partidos ou grandes associações, mas faz parte no Brasil do Comitê de Solidariedade à República Democrática da Coreia, além de atuar em apoio à Síria de Bashar Assad, à Líbia de Muamar Kadafi e participar do Círculo Bolivariano, do venezuelano Hugo Chávez. "Tenho amigos em todos os lugares do mundo", diz. 

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