Niranjan Shrestha/AP
Niranjan Shrestha/AP

Brasileiras que estavam no Nepal chegam ao Rio

Fisioterapeuta Monique Corrêa Santos, de 32 anos, e a médica Danielle Sulamita Pio, de 33, viajavam a passeio e não se feriram

FÁBIO GRELLET, Estadão Conteúdo

29 de abril de 2015 | 17h41

Duas cariocas que estavam no Nepal durante o terremoto ocorrido no último sábado, 25, retornaram nesta quarta-feira, 29, ao Rio de Janeiro. A fisioterapeuta Monique Corrêa Santos, de 32 anos, e a médica Danielle Sulamita Pio, de 33, viajavam a passeio pelo país asiático e não se feriram com o terremoto, que atingiu 7,8 graus na escala Richter e deixou mais de 5 mil mortos.

As brasileiras ficaram abrigadas em um acampamento improvisado no aeroporto de Katmandu (capital do Nepal) e com acesso restrito a comida e bebida. Após viajar por mais de 50 horas, as duas desembarcaram às 14h50 desta terça no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, o Galeão, na Ilha do Governador (zona norte do Rio).

Familiares e amigos das duas foram recepcioná-las com faixas e flores. "Apesar do susto, eu tinha certeza de que elas estavam bem, estavam vivas", disse à TV Globo a mãe de Danielle, Marinez Pio. "A gente estava passeando (quando o terremoto começou) e, ao ver tudo desabando, não sabia o que estava acontecendo. Demoramos a perceber que era um terremoto. Pensamos até que pudesse ser um ataque aéreo. Os prédios caíam e a fumaça subia. Foi horrível", contou Danielle.

As cariocas voltaram ao Rio apenas com a roupa do corpo e alguns pertences, pois doaram a maioria das peças aos desabrigados pelo terremoto.

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