REUTERS/Carlos Barria
REUTERS/Carlos Barria

Pernambucano em Miami tenta se proteger de estragos do furacão Irma

Em região que não teve mandado obrigatório para evacuação, árvores já foram arrancadas e ruas, alagadas

Ludimila Honorato, O Estado de S.Paulo

10 Setembro 2017 | 16h16

A ventania já deixou ruas alagadas e arrancou árvores em Pompano Beach, no norte de Miami, na passagem do furacão Irma pela região neste domingo, 10. O pernambucano Mauricio Vieira, de 45 anos, mora no local e diz que a intensidade da chuva e do vento piorou desde o sábado, 9.

A área onde Vieira mora não recebeu mandado obrigatório para ser esvaziada, e ele resolveu ficar, mas acredita que deveria ter saído. "As coisas não estão boas por aqui, da minha janela vejo várias árvores quebradas e arrancadas e moro na frente de um lago", ele conta.

Ele diz que precisará ficar em locais seguros do apartamento onde mora, como closets, até o fim da tarde, quando provavelmente os ventos estarão mais fortes. O principal é ficar longe das janelas.

Há 30 anos morando nos Estados Unidos, Vieira já passou por condições climáticas parecidas, mas afirma que "sem dúvida" desta vez a situação é mais alarmante. "Não somente pelo furacão, mas estamos também sujeitos a destruição de tornados", diz.

Por precaução, Vieira já deixou enlatados e água, o equivalente para uma semana, estocados em casa.

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