Britânicos em turismo no Egito devem ficar nos hotéis

O Reino Unido pediu nesta sexta-feira que cidadãos britânicos que estão visitando a cidade egípcia de Hurghada, às margens do Mar Vermelho, fiquem em seus hotéis. O pedido foi feito após o alerta da polícia do Egito em meio ao conflitos no país nesta semana.

AE, Agência Estado

16 de agosto de 2013 | 08h29

Até agora, o Ministério de Relações Exteriores do Reino Unido não havia incluído locais como Hurghada e Sharm el-Sheikh entre seus avisos. O governo tem pedido que só sejam feitas viagens essenciais para o país do norte da África.

Segundo o Ministério, um homem foi morto em Hurghada na quarta-feira, quando uma onda de violência assolou o país após a repressão contra protestos de apoiadores do presidente deposto Mohamed Morsi.

O Ministério de Relações Exteriores disse que "a polícia de Hurghada aconselhou os turistas a permanecerem nos limites dos hotéis. "Nós os aconselhamos a seguir os conselhos" dos agentes de segurança.

"Vocês estão sendo fortemente aconselhados a evitar todas as manifestações e grandes agrupamentos".

"Se vocês tomarem conhecimento de qualquer protesto na região, deixem a área imediatamente. Não tentem atravessar bloqueios de estrada erguidos pelas forças de segurança e manifestantes", acrescentou o Ministério em um comunicado.

O governo não mantém um registro do número de britânicos no Egito, mas as agências de turismo Thomson e First Choice disseram que eles possuem 11.769 turistas britânicos no país.

Muitos estão em Sharm el-Sheikh, cerca de oito horas de Cairo. Segundo uma porta-voz das duas empresas, o local permanece inalterado pela violência. "Não houve incidentes relacionados em Sharm el-Sheikh ou qualquer uma das outras áreas turísticas populares do Mar Vermelho."

Fonte: Dow Jones Newswires.

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