Bruxelas quer mínimo de garantias em depósitos de euro

O acordo frente à crise financeira pelos quatro países europeus do G8 "é um passo concreto na boa direção"

EFE

05 de outubro de 2008 | 05h49

O presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, quer pelo menos dobrar o mínimo na garantia dos depósitos bancários para fixá-lo em 40.000 euros, disse em entrevista publicada neste domingo por "Le Parisien". "A Comissão Européia quer pelo menos dobrar os limites para levá-lo a 40.000 euro, frente aos 20.000 euros da legislação atual do bloco", disse Barroso, que justificou a diferença com a garantia de US$ 250.000 por cliente nos Estados Unidos porque "na Europa temos situações diferentes que é preciso levar em conta." Considerou que o acordo alcançado no sábado frente à crise financeira pelos quatro países europeus do G8 (Alemanha, França, Itália e Reino Unido) "é um passo concreto na boa direção." "Em todo caso é uma resposta coordenada a uma situação muito séria, já que se há reconhecido a necessidade de ter uma resposta européia à crise e se tem apresentado medidas que reuniram um consenso", argumentou o presidente do Executivo comunitário, que assistiu à mini cúpula de Paris convidado pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy.

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