Bush não descarta hipótese de terrorismo em queda de avião

O porta-voz do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, Ari Fleischer, disse que o governo não descarta a hipótese de que a queda de um avião hoje em Nova York tenha sido causada por um ato terrorista, mas que não há evidências disso até agora. Segundo Fleischer, nenhuma ameaça "crível" foi recebida pelo governo antes da queda do avião. Também não houve comunicação "incomum" entre o avião e os controles em terra antes da queda.O porta-voz acrescentou que o governo está analisando com cautela todas as informações disponíveis, antes de chegar a qualquer conclusão. Fleischer também disse que a Administração Federal de Aviação está no processo de reabrir o espaço aéreo em torno de Nova York e os quatro aeroportos da região que haviam sido fechados logo depois da queda. Segundo ele, não há planos para que o espaço aéreo de todo o país seja fechado. O porta-voz também informou que o presidente George Bush conversou com o governador do Estado de Nova York, George Pataki, e com o prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, depois da queda do avião. Giuliani teria pedido ao presidente que sejam intensificadas as patrulhas aéreas que têm sido constantes no espaço aéreo da cidade desde os ataques terroristas de 11 de setembro.Fleischer também disse que o vice-presidente Dick Cheney estava em um local "seguro e secreto" no momento da queda do avião e permanece lá.

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