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Caças F-22 dos EUA interceptam bombardeiros russos TU-95 no Alasca

Um avião de vigilância do grupo Airborne Warning and Control System supervisionou as operações

Redação, O Estado de S.Paulo

22 de maio de 2019 | 18h16

WASHINGTON - Caças americanos interceptaram seis aviões militares russos no espaço aéreo internacional a oeste do Alasca e os seguiram até deixar a área, informou na terça-feira, 21, o Comando de Defesa Aérea da América do Norte (Norad, sigla em inglês).

A esquadra russa incluía dois bombardeiros estratégicos Tupolev TU-95, que foram interceptados na segunda-feira por dois caças F-22, detalhou o Comando.

Um segundo grupo de dois bombardeiros Tu-95 e dois caças Su-35 também foram interceptados por outro par de caças F-22, indicou.

Um avião de vigilância do grupo Airborne Warning and Control System (AWACS) supervisionou as operações, destacou o Norad, acrescentando que os aviões russos voaram no espaço aéreo internacional a todo momento.

Foram interceptados quando entraram na Zona de Identificação da Defesa Aérea do Alasca, um perímetro que fica fora do espaço aéreo nacional, mas dentro da qual o tráfego aéreo permanece sob vigilância constante para reduzir os tempos de resposta em caso de uma ameaça hostil.

"Nossa capacidade de dissuadir e neutralizar as ameaças contra nossos cidadãos e a infraestrutura vital começa com a detecção e o acompanhamento e a identificação positiva das aeronaves em nosso espaço aéreo", declarou o comandante do Norad, general Terrence O'Shaughnessy. 

As Forças Armadas americanas contam com um sistema de radares e satélites que servem para localizar a presença de aviões não identificados no Ártico e permitem determinar o tipo de resposta necessária. / AFP e EFE  

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