Cães que atuaram nos destroços do WTC morrem de câncer

Seis cães de resgate que trabalharam durante meses na área das torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, morreram de câncer, talvez por causa das substâncias tóxicas liberadas após a queda dos edifícios. Outros dois, dos mais de 300 cães - pastores, labradores e golden retrievers - que trabalharam nos serviços de resgate estão sendo estudados para determinar se apresentam algum tipo de câncer. "Os cães sofrem as mesmas doenças que os humanos, mas têm uma duração de vida menor e isso permite verificar os efeitos mais nocivos de uma substância antes que se manifestem no homem", explicou a veterinária Cynthia Otto.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.