REUTERS/Rafael Marchante
REUTERS/Rafael Marchante

Portugal nega queda de avião que combatia incêndio

Testemunhas relataram ter ouvido barulho de explosão, mas Defesa Civil afirma que pode ter sido de botijões de gás ou postes de alta tensão

O Estado de S.Paulo

20 de junho de 2017 | 13h41
Atualizado 20 de junho de 2017 | 17h31

LISBOA - Portugal negou na tarde desta terça-feira, 20, que um avião que trabalhava no combate do incêndio na região de Pedrógão Grande tenha caído. "Nenhum avião trabalhando na luta contra incêndios caiu em território português", declarou o comandante da Defesa Civil, Vitor Vaz Pinto, retificando uma informação que a mesma organização havia divulgado horas antes.

Mais cedo, testemunhas haviam relatado a queda de uma aeronave perto da aldeia de Ouzenda, onde os bombeiros lutam contra o grande incêndio florestal que já deixou 64 mortos. Onze aviões de combate a incêndios, incluindo modelos Canadair, foram enviados desde o domingo 18 a Portugal por Espanha (seis), França (três) e Itália (dois). 

Mais cedo, questionado sobre o barulho de explosão relatado por testemunhas e repórteres que acompanham a tragédia, o comandante da Defesa Civil informou que o barulho pode ter sido de botijões de gás explodindo ou até de postes de alta tensão caindo. De qualquer forma, um helicóptero foi enviado à região para realizar buscas.

Os trabalhos de combate aos focos de incêndio que ainda estão ativos na região continuavam nesta terça-feira. O incêndio já deixou 64 mortos e 62 feridos, segundo o último balanço oficial. Mais de 20 cidades foram esvaziadas. / AFP e REUTERS

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