Cameron diz que não permitirá 'cultura do medo' no país

O primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Cameron, disse que o governo está "agindo decisivamente" para restaurar a ordem após os distúrbios que chocaram o país. Cameron disse aos parlamentares que "não vamos permitir que a cultura do medo exista em nossas ruas".

AE, Agência Estado

11 de agosto de 2011 | 08h40

Os legisladores participam de uma sessão emergencial do Parlamento nesta quinta-feira, após quatro noites de tumultos em Londres e em outras cidades inglesas.

O premiê prometeu duras medidas para encerrar a violência e afirmou que "nenhuma medida está fora de cogitação". Ele afirmou que o governo, a polícia e os serviços de inteligência analisam se deve haver limites para redes sociais como Twitter e Facebook, que têm sido usadas para espalhar a desordem.

Cameron também disse que seu governo está pedindo ajuda aos Estados Unidos na luta contra as gangues que, segundo ele, estão ajudando a dar início aos distúrbios em território britânico.

O primeiro-ministro declarou que vai analisar a situação enfrentada por cidades como Boston no combate a esses grupos desordeiros e mencionou o ex-chefe de polícia de Los Angeles e Nova Yor, Bill Bratton, como alguém que pode ajudar.

As informações são da Associated Press.

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