Campanha para eleições presidenciais no Sri Lanka termina hoje

Tentando a reeleição, Rajapaksa fechará a campanha com um grande comício em Colombo, cidade onde fica a sede da Presidência cingalesa, no qual explicará aos cidadãos suas propostas para os

EFE

23 de janeiro de 2010 | 06h32

A campanha eleitoral para as primeiras eleições presidenciais no Sri Lanka desde o fim da guerra civil termina neste sábado com grandes atos em diferentes pontos do país, informaram à Agencia Efe fontes oficiais.

 

Um porta-voz da candidatura do atual presidente cingalês, Mahinda Rajapaksa, explicou que o chefe do Estado realizará diversos compromissos eleitorais.

 

Tentando a reeleição, Rajapaksa fechará a campanha com um grande comício em Colombo, cidade onde fica a sede da Presidência cingalesa, no qual explicará aos cidadãos suas propostas para os próximos seis anos.

 

Seu principal rival do presidente é o general Sarath Fonseka, que renunciou ao cargo de comandante do Estado-Maior da Defesa em novembro e depois se tornou nome da oposição na disputa presidencial.

 

Ambos querem a união do Sri Lanka e estimular o desenvolvimento econômico do país.

 

Uma fonte da Comissão Eleitoral confirmou que os próximos dois dias serão de reflexão para os eleitores antes da realização do pleito, em 26 de janeiro.

 

Em comunicado oficial, a Polícia disse que cumprirá à risca as leis eleitorais para que a disputa ocorra de forma pacífica. Todos os 9.300 escritórios de propaganda eleitoral no país deverão fechar até o fim do dia.

 

Em maio de 2009, as tropas cingalesas puseram fim a mais de duas décadas de conflito armado e derrotaram a guerrilha dos Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) que, após meses de intensos combates, resistia em uma pequena faixa de território no norte da ilha junto a milhares de civis.

 

Os LTTE iniciaram em 1983 um levantamento armado pela independência das zonas norte e leste da ilha, onde a etnia tâmil é predominante - a cingalesa é majoritária na nação.

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