EFE/Juan Ignacio Roncoroni
EFE/Juan Ignacio Roncoroni

Candidatura de Evo Morales ao Senado na Bolívia é impugnada

Decisão da Corte Eleitoral abriu caminho para Luis Arce, outra liderança do partido de Morales, disputar a presidência boliviana

Redação, O Estado de S.Paulo

19 de fevereiro de 2020 | 10h58

LA PAZ - O ex-presidente da Bolívia, Evo Morales não poderá ser candidato a senador nas eleições de maio, como pretendia. As informações foram dadas por integrantes do partido Movimento ao Socialismo (MAS) ao jornal boliviano El Deber. 

Segundo o diário local, após um prolongado debate até meia noite, o Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) da Bolívia decidiu impedir a candidatura de Evo Morales como senador por Cochabamba e de seu último chanceler, Diego Pary, por Potosí.

Evo havia anunciado no final de janeiro que voltaria à Bolívia como senador. Ele renunciou à presidência em 10 de novembro e está refugiado na Argentina

O ex-presidente, de 60 anos, não pode concorrer à presidência nessas eleições, por disposição legal. Por sua vez, o candidato do MAS à presidência, Luis Arce, foi habilitado. Oito candidatos disputarão o cargo nessas eleições, incluindo a presidente interina, Jeanine Áñez, e outros rivais do ex-presidente.

Nas eleições de maio, serão escolhidos o presidente, vice-presidente, 36 senadores e 120 deputados. 

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