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Capriles confirma presença em protesto antichavista convocado por opositor detido

Governador do Estado de Miranda confirmou no Twitter que participará de marcha pela libertação de políticos presos

O Estado de S. Paulo

27 de maio de 2015 | 15h04

CARACAS - O governador do Estado de Miranda e líder do partido opositor Primero Justicia Henrique Capriles confirmou nesta quarta-feira, 27, que participará da marcha convocada para o próximo sábado pelo também opositor Voluntad Popular, dos políticos presos Leopoldo López e Daniel Ceballos. Na terça-feira, a Mesa da Unidade Democrática (MUD) - coalizão da qual os dois partidos fazem parte - disse que não respaldará a mobilização.

"Sobre as atividades de sábado pela liberdade de nossos companheiros presos políticos, eu não vou dividir (a oposição), vou participar" #UniãoeMudança", escreveu Capriles em sua conta no Twitter.

Capriles também publicou outra mensagem no microblog dizendo que a "Unidade (MUD) é plural e pertence a todos os venezuelanos, seu único adversário é o governo e a destruição da Venezuela". Na terça-feira, porém, o próprio Capriles havia mostrado desconforto com o fato de a manifestação ter sido, aparentemente, convocada sem que os outros membros da MUD tivessem conhecimento.

De acordo com Lilian Tintori, mulher de López, devem participar da manifestação os ex-presidentes Andrés Patrana, da Colômbia, e Jorge Quiroga, da Bolívia. O protesto foi convocado pelo líder opositor preso no último fim de semana em um vídeo gravado de dentro da prisão militar de Ramo Verde, onde está preso desde fevereiro de 2014. Na mesma mensagem, López disse que iniciaria uma greve de fome - junto com Ceballos - que só seria encerrada após o governo incluir uma série de exigências.

Entre a demandas do político estão a libertação de todos os "presos políticos" no país, o fim da repressão e da censura aos opositores e a determinação da data das eleições parlamentares - previstas para o fim do ano -, além da participação de observadores internacionais da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da União Europeia (UE). / EFE

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