AP Photo/Carolyn Kaster
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Casa Branca afirma ser 'cedo' para apontar se atiradores do Texas eram ligados ao Estado Islâmico

Porta-voz do governo pondera que muitas pessoas tentam capitalizar sobre a influência do grupo militante

O Estado de S. Paulo

05 de maio de 2015 | 15h47

WASHINGTON - A Casa Branca disse nesta terça-feira, 5, que ainda é "muito cedo para dizer" se os dois homens armados mortos pela polícia em Garland, no Texas, no domingo, eram realmente ligados ao grupo militante Estado Islâmico. O grupo, instalado na Síria e no Iraque, reivindicou a autoria do atentado em sua estação oficial de rádio online, se referindo aos homens como "dois soldados do califado". 

O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, afirmou que muitas pessoas tentam capitalizar sobre a influência do grupo militante, alegando lealdade quando não estão diretamente filiados. O ataque foi feito ao local onde ocorria uma exibição de charges do profeta Maomé, no Texas. Os dois agressores armados foram mortos pela polícia. 

Especialistas advertem que grupos militantes são conhecidos por reivindicar crédito por ataques nos quais não estavam envolvidos. Fontes do governo americano próximas ao caso disseram que investigadores estavam vasculhando as comunicações eletrônicas enviadas e recebidas pelos dois atiradores mortos, os colegas de quarto Elton Simpson e Nadir Soofi, de Phoenix, em busca de evidências de contatos entre eles e grupos militantes estrangeiros. / REUTERS  

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