Casa Branca condena sequestro de líder na Líbia

A Casa Branca disse ter ficado aliviada ao saber que o primeiro-ministro da Líbia, Ali Zidan, está livre novamente, após ter sido sequestrado por um homem armado no início desta quinta-feira. O porta-voz, Jay Carney disse que o EUA condenaram o sequestro.

AE, Agência Estado

10 de outubro de 2013 | 15h48

Zidan foi abordado por homens armados durante a madrugada em um hotel onde ele estava hospedado na capital do país. O sequestro de Thebrazen está sendo apontado como uma possível retaliação à operação dos EUA no fim de semana, quando um homem suspeito de pertencer à Al-Qaeda foi capturado nas ruas de Trípoli.

Carney disse que os EUA apoiam os esforços da Líbia de cumprir com todas as aspirações da revolução em 2011 que colocou fim a anos de autoritarismo conduzido pelo líder Muamar Kadafi.

Carney acrescentou que a Líbia merece uma democracia baseada em leis e respeito aos direitos humanos. Ele também disse que os EUA trabalharão em conjunto com o governo líbio para que essa democracia seja estabelecida.

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