Caso afeta cúpula do poder

Os jornais espanhóis El País e El Mundo publicaram uma série de documentos que mostram recursos de empreiteiras espanholas pagos para líderes do conservador Partido Popular (PP) desde 1990. De acordo com os extratos do tesoureiro do partido, Luís Barcenas, havia o registro de quem pagava a propina, de quanto ela era e quando o depósito era feito, além de um saldo final do que era arrecadado com o suborno.

O Estado de S.Paulo

05 de fevereiro de 2013 | 02h03

O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, teria recebido mais de 25 mil euros por ano durante pouco mais de uma década.

Segundo os jornais, apenas parte das doações era contabilizada por meio de uma conta do partido no Banco de Vitoria - hoje Banco Banesto. O restante do dinheiro não era contabilizado, o que configura o que no Brasil é popularmente chamado de caixa dois. Além de Rajoy, toda a cúpula do PP - que administra o governo central, prefeituras e regiões autônomas - está envolvida no escândalo.

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