AFP PHOTO / Daniel LEAL-OLIVAS
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Cenário: Polícia insiste em apoio psicológico

Agentes telefonaram para as 1.100 pessoas que estavam no Parlamento na hora do crime

Célia Froufe, CORRESPONDENTE / LONDRES, O Estado de S.Paulo

23 de março de 2017 | 20h08

No dia seguinte ao ataque terrorista de Westminster, em Londres, a polícia britânica ligou para as cerca de 1.100 pessoas que estavam no Parlamento na hora do crime e foram encaminhadas para prédios vizinhos, como a Abadia de Westminster. Eles tentavam checar dados e colher novas informações que possam ter relação com o episódio.

Para que fossem liberadas na quarta-feira do local por onde ficaram reclusas por cerca de cinco horas após o ataque, as pessoas preencheram um formulário com dados pessoais.  No telefonema para quem esteve no Parlamento no instante do ataque, após se identificar, o policial do outro lado da linha confere informações como números de telefone, endereço, data de nascimento, nacionalidade. Depois, questiona sobre o local exato em que a possível testemunha se encontrava na hora do ataque e pede uma descrição do que estava fazendo.

Mais uma vez, assim como ocorreu na quarta-feira, o agente pergunta se o cidadão ou turista viu, ouviu, fotografou ou filmou alguma cena ou situação que pudesse ajudar nas investigações. Ao final do telefonema, o policial agradece pelas informações prestadas e pergunta novamente – também como na véspera – se o entrevistado necessita de algum apoio psicológico ou de qualquer outra coisa em razão do episódio de quarta-feira. Antes de concluir o telefonema, o agente explica que um novo contato ainda poderá ser feito nos próximos dias por outro policial.

É CORRESPONDENTE DA ‘AGÊNCIA ESTADO’ EM LONDRES, ESTAVA NO PARLAMENTO NO MOMENTO DO ATAQUE

 

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