Chanceler defende no Senado acordo com Irã para investigar atentado contra Amia

Em um agitado debate no Senado, o chanceler argentino, Héctor Timerman (foto), defendeu ontem o acordo firmado no mês passado com o Irã para investigar o atentado que matou 85 pessoas na Associação Mutual Israelita-Argentina (Amia), em 1994, atribuído a agentes iranianos e militantes do grupo xiita Hezbollah. Segundo Timerman, o acerto com a república islâmica permitirá que os iranianos acusados sejam julgados sob a lei argentina, algo que Teerã indicou que não aceitará. A Justiça argentina expediu mandados de prisão contra várias autoridades do Irã, incluindo o atual ministro da Defesa, Ahmed Vahidi. Senadores da oposição argentina pediram a renúncia imediata do chanceler.

O Estado de S.Paulo

14 de fevereiro de 2013 | 02h04

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