Wilson Dias/Agência Brasil
Wilson Dias/Agência Brasil

Chanceler vai à Colômbia para apoiar ajuda humanitária à Venezuela

Evento organizado pelo presidente colombiano, Iván Duque, contará com a presença de líderes regionais; depois, o ministro Ernesto Araújo irá a Roraima para acompanhar a distribuição de alimentos e remédios aos venezuelanos

Redação, O Estado de S.Paulo

22 de fevereiro de 2019 | 09h04

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, viaja nesta sexta-feira, 22, para Cúcuta, na Colômbia, fronteira com a Venezuela, para participar da cerimônia que formaliza do início da ajuda humanitária para os venezuelanos. A solenidade é organizada pelo presidente da Colômbia, Iván Duque, que coordenará na segunda-feira, 25, a reunião do Grupo de Lima.

“Seguindo determinação do presidente Bolsonaro, viajarei amanhã a Cúcuta, Colômbia, fronteira com a Venezuela, para participar de evento em torno da ajuda humanitária ao povo venezuelano, organizado pelo Presidente Iván Duque, com a presença de autoridades de outros países da região”, afirmou Araújo na sua conta pessoal no Twitter.

O chanceler afirmou que no sábado 23 estará em Roraima. A capital, Boa Vista, e Pacaraima terão centros de distribuição dos donativos para os venezuelanos. “Estarei em Roraima para acompanhar a ajuda humanitária colocada à disposição do povo venezuelano pelo Brasil em cooperação com os Estados Unidos”, disse.

Reunião

Na reunião de segunda-feira, 25, Araújo estará acompanhado pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão. O encontro contará com a presença do vice-presidente americano, Mike Pence, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Luis Almagro, e líderes regionais.

Dos 14 integrantes do Grupo de Lima, 11 reconhecem Juan Gauidó como presidente legítimo da Venezuela, incluindo o Brasil. A ajuda humanitária e o acirramento da crise no país vizinho são os temas da reunião em Bogotá. O encontro ocorre logo depois de o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, anunciar o fechamento da fronteira do Brasil com a Venezuela desde quinta-feira, 21, à noite. / EBC

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