EFE/Cristian Hernández
EFE/Cristian Hernández

Chanceler venezuelano diz que EUA querem criar crise humanitária com sanções

Em visita à sede das Nações Unidas, em Nova York, o chavista pediu que a entidade se posicione contra a punição e prometeu defender os cidadãos de seu país “com todos os meios.”

O Estado de S.Paulo

25 Agosto 2017 | 15h11

NOVA YORK - O Ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, rechaçou nesta sexta-feira, 25, as novas sanções anunciadas pela Casa Branca contra seu país e acusou os Estados Unidos de tentarem promover uma crise humanitária na Venezuela. 

Em visita à sede das Nações Unidas, em Nova York, o chavista pediu que a entidade se posicione contra a punição e prometeu defender os cidadãos de seu país “com todos os meios.”

“É a pior agressão à Venezuela nos últimos 200 anos”, disse Arreaza. “O que querem os Estados Unidos? Nos matar de fome?”

O chanceler ainda chamou as  ameaças americanas de “política não civilizada” e garantiu que o presidente Nicolás Maduro boicotará a Assembleia-Geral da ONU, em setembro. 

O presidente Donald Trump impôs na tarde de hoje novas sanções à Venezuela, que proíbem entidades financeiras americanas de comprar títulos da dívida do governo do país e da estatal do petróleo PDVSA – o principal mecanismo venezuelano para conseguir rolar sua extensa dívida externa. / EFE

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