Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Chefe da ONU pede a Israel que não mais use 'força excessiva'

Ban Ki-moon, secretário-geral daOrganização das Nações Unidas (ONU), pediu na quinta-feira aIsrael que suspenda os ataques envolvendo o uso de "forçadesproporcional e excessiva" contra os palestinos. "O uso de força desproporcional e excessiva por Israelmatou e feriu muitos civis, entre os quais crianças. Eu condenoessas ações e peço a Israel que ponha fim a esse tipo deataque", afirmou Ban durante uma cúpula de países islâmicosrealizada em Dacar, a capital do Senegal. A retomada das ações violentas na Faixa de Gaza e naCisjordânia ameaça as chances de o Egito conseguir mediar umatrégua entre o governo israelense e grupos palestinos. Na quinta-feira, depois de Israel ter realizado umaoperação militar na Cisjordânia ocupada, a Jihad Islâmicalançou a partir da Faixa de Gaza foguetes contra o territórioisraelense. Ninguém ficou ferido nos disparos contra a cidadefronteiriça de Sderot, no primeiro ataque do tipo realizadopela Jihad Islâmica, um grupo palestino, desde o dia 5 demarço. Israel, que não atacava a Faixa de Gaza havia uma semana,bombardeou um lançador de foguetes da cidade de Beit Hanoundepois dos disparos contra Sderot. Ninguém ficou ferido. A Jihad Islâmica prometeu vingar-se após soldadosisraelenses terem matado quatro de seus membros na Cisjordânia,na quarta-feira. Segundo o Hamas, outro grupo islâmico palestino, as açõesde Israel poderiam destruir os esforços feitos pelo Egito comvistas a obter um cessar-fogo entre as partes em conflito. Essamediação é considerada fundamental para garantir um mínimo depaz necessária ao avanço das negociações patrocinadas pelosEstados Unidos e das quais participam os israelenses e opresidente palestino, Mahmoud Abbas. De toda forma, o Hamas, que exige a reabertura dasfronteiras da Faixa de Gaza como parte de um acordo para atrégua, não chegou a abandonar as negociações, das quais aJihad Islâmica vem também participando. (Reportagem de Diadie Ba)

REUTERS

13 de março de 2008 | 14h14

Tudo o que sabemos sobre:
ONUISRAELFORCAEXCESSIVA

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.