Chefe de direitos humanos da ONU pede ação contra governo líbio

Segundo Navi Pillay, milahres de pessoas podem ter sido mortas nos confrontos

REUTERS

25 de fevereiro de 2011 | 07h39

GENEBRA - A alta comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, condenou nesta sexta-feira, 25, as matanças em massa por parte das forças líbias, com uso de tanques e helicópteros, e pediu que a comunidade internacional intervenha para pôr fim ao derramamento de sangue no país.  

 

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Pillay afirmou que milhares de pessoas podem ter sido mortas ou feridas na crescente violência contra as manifestações antigoverno, muitas delas alvejadas na cabeça ou peito.

Ela fez a declaração durante uma sessão de emergência do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, para examinar a grave situação na Líbia, cujo líder, Muamar Kadafi, se recusa a deixar o poder.

"Em contínua e flagrante violação da lei internacional a repressão da Líbia a manifestações pacíficas está escalando de modo alarmante, havendo relatos de matanças em massa, prisões arbitrárias e tortura de pessoas que protestam", disse Pillay. 

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