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Chefe dos rebeldes do Chade aceita proposta de cessar-fogo

Muammar Kadafi, presidente líbio, teria negociado o acordo em uma conversa telefônica com Nouri na sexta

EFE

02 de fevereiro de 2008 | 23h53

O principal chefe da rebelião chadiana, o general Mahamat Nouri, aceitou na sexta-feira, 1, à noite o cessar-fogo proposto pelo presidente líbio, Muammar Kadafi, informa neste sábado, 2, a agência oficial líbia "Jana".   - Estrangeiros saem do Chade   -Rebeldes enfrentam Exército no Chade   Segundo o veículo de comunicação, Kadafi, em conversa telefônica com Nouri, chefe da União de forças para a Democracia e o Desenvolvimento (UFDD), conseguiu chegar a um acordo para o cessar-fogo e a aplicação do pacto de paz de Sirte (Líbia), assinado em 25 de outubro entre os rebeldes e o governo Chadiano.   Um mês depois da assinatura do acordo, os combates entre as tropas rebeldes no leste do Chade e o Exército governamental cessaram, até que na sexta-feira, em uma nova ofensiva, centenas de guerrilheiros rebeldes chegaram a N'djamena a bordo de mais de 300 veículos.   Além disso, Kadafi, que obteve um princípio de acordo para o cessar-fogo, foi encarregado pela União Africana (UA) de mediar o conflito, junto com o presidente congolês, Dennis Sassou-Nguesso, para chegar a um tratado de paz no Chade.   Neste sábado, duas pessoas morreram na explosão de uma bomba na casa do embaixador saudita no Chade durante os confrontos entre as forças rebeldes e o Exército chadiano em N'djamena, informaram diplomatas sauditas.     Aparentemente, as vítimas seriam a mulher e a filha de um empregado da embaixada que, junto com várias famílias que trabalhavam na delegação diplomática, tinham ido ao local em uma tentativa de se refugiar dos confrontos, enquanto esperavam ser retiradas. A residência do diplomata foi atacada com uma bomba que matou no ato as duas mulheres, cujas nacionalidades e identidades não foram divulgadas até o momento.

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