Chega a 69 os mortos em acidente em hidrelétrica siberiana

Vladimir Putin deu duas semanas para que as autoridades locais elaborem uma lista de identificação dos mortos

EFE

23 de agosto de 2009 | 07h04

As equipes de resgate confirmaram neste domingo a morte de 69 pessoas no acidente ocorrido na segunda-feira na central hidrelétrica siberiana de Sayano-Shushenskaya, enquanto continua a busca por outros seis desaparecidos.

 

O Ministério de Situações de Emergência informou que concluirá neste domingo o bombeamento de água que derrubou as paredes e o teto da sala de máquinas onde se encontravam a maioria de operários no momento do acidente, segundo as agências russas.

 

No caso de os efetivos de salvamento não encontrarem os desaparecidos sob a água, eles continuarão sendo procurados entre os escombros até serem achados, acrescentou a fonte. O ministro de Emergência, Serguei Shoigu, assegurou que o objetivo é que todos os corpos sejam reconhecidos sem ter de recorrer às análises de DNA.

 

O primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, que visitou na sexta-feira o local do acidente, deu duas semanas de prazo às autoridades locais para elaborar uma lista definitiva com nomes e sobrenomes de todos os mortos.

 

Como causas da catástrofe, um dos acidentes industriais mais graves da história da Rússia, as autoridades ventilam um aumento da pressão hidráulica nos encanamentos provocada por uma falha durante obras de reparação da central, que foi inaugurada em 1978.

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