Chegada iminente de tufão coloca Filipinas em alerta

Mirinae é o quarto tufão que passará pelo arquipélago no espaço de pouco mais de um mês

Efe,

30 de outubro de 2009 | 08h50

As autoridades das Filipinas ordenaram nesta sexta-feira, 30, o fechamento de colégios, cancelaram saídas de embarcações e começaram a remover pessoas da costa perante a iminente chegada à ilha de Luzon do Mirinae, o quarto tufão que passará pelo arquipélago no espaço de pouco mais de um mês.

 

Toda a parte sul e leste de Luzon está em alerta pelos temporais gerados pelo fenômeno, e o Exército permanece aquartelado depois de ter distribuído material de emergência a regiões que provavelmente serão atingidas.

 

Segundo o último boletim meteorológico, emitido às 4h (18h de quinta em Brasília), o tufão está quase 600 quilômetros a leste da cidade de Baler e avança rumo às Filipinas a uma velocidade sustentada de 22 km/h e com ventos de até 180 km/h. Está previsto que o tufão toque terra na noite desta sexta nas províncias de Aurora e Quezon e que permaneça pelo menos 36 horas no país.

Luzon tenta se preparar para a chegada de mais um tufão, sem nem mesmo ter se recuperado de Ketsana e Parma, fenômenos que mataram cerca de mil pessoas. Especialistas advertem sobre o risco de que o Mirinae atinja de novo Manila, onde muitos bairros periféricos permanecem alagados.

 

As autoridades temem também que o Mirinae provoque estragos no fim de semana, quando muitos filipinos deixarão a capital para, junto à família, celebrar uma data religiosa. Entre 15 e 20 tufões e uma série de temporais costumam passar a cada ano pelas Filipinas durante a estação chuvosa, que vai de junho a dezembro.

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