Chile ainda não estimou custo para resgate dos mineiros

O governo do Chile ainda não estimou quanto custará o resgate dos 33 mineiros soterrados em uma câmara na mina de San José, disse o ministro de Finanças do Chile, Felipe Larrain. O diário local La Tercera informou que os trabalhos de resgate, previstos para demorar entre três e quatro meses, custarão entre US$ 10 milhões e US$ 20 milhões.

AE, Agência Estado

26 de agosto de 2010 | 18h23

"Nós nos esforçaremos para gastar nossas reservas de maneira eficiente, mas nosso principal objetivo é trazer os mineiros de volta à superfície em boa forma", disse Larrain. Os mineiros estão soterrados desde 5 de agosto a uma profundidade de quase 700 metros, em terreno rochoso.

Eles não deverão ser resgatados até o Natal, uma vez que a sonda que está sendo montada para abrir um buraco largo o suficiente para permitir a passagem de cada homem por vez levará meses para completar a tarefa.

Trabalhadores de empresas como a estatal Corporación Nacional del Cobre (Codelco) e a Escondida, da BHP Billiton, trabalharam em parceria aos subcontratados e às autoridades do governo, primeiro para encontrar os mineiros soterrados e depois para tentar resgatá-los.

No último domingo, os socorristas estabeleceram o primeiro contato com os mineiros soterrados, quando uma perfuradora abriu um duto de 15 centímetros de diâmetro e voltou com um bilhete colocado pelos sobreviventes na ponta.

A nota, escrita em letras vermelhas e grandes, dizia que todos os 33 mineiros estavam vivos e abrigados numa câmara de segurança na mina. Desde então, eles receberam água, alimentos e remédios, enquanto prosseguem os esforços de resgate. As informações são da Dow Jones.

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