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Chile começa a tirar moradores da área do vulcão Copahue

Atividade sísmica do Copahue, perto da Argentina, diminuiu, mas ainda há risco de erupção explosiva

Agência Estado

28 Maio 2013 | 15h26

SANTIAGO - O governo do Chile começou a retirar cerca de 2.200 pessoas que vivem perto do vulcão Copahue, nas proximidades da fronteira com a Argentina, apesar de a atividade sísmica ter diminuído nesta terça-feira, 28.

O Serviço Nacional de Geologia e Mineração do Chile disse que embora a atividade sísmica tenha se reduzido, a elevação do magma subterrâneo provavelmente passou do "ponto de não retorno". O órgão advertiu para o risco de uma possível erupção explosiva.

As autoridades disseram que todas as mulheres e crianças que vivem num raio de 25 quilômetros do vulcão devem sair daquela área, enquanto os homens podem permanecer, para cuidar do gado. Funcionários locais também disseram que 800 pessoas foram removidas de suas casas do lado argentino da fronteira.

Até agora, o vulcão Copahue, de 2.965 metros de altura, só emitiu gases, e não cinzas. O governo chileno havia emitido alertas para uma erupção do vulcão em dezembro passado, mas ela não aconteceu. Em junho de 2011, uma erupção do vulcão Puyehue, também no Chile, provocou interrupções no tráfego aéreo em boa parte da América do Sul e até a Austrália. / DOW JONES

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