Chile decide manter "chama eterna" de Pinochet

A polêmica sobre a "Chama da Liberdade", um dos símbolos da ditadura de Augusto Pinochet, chegou ao fim com o anúncio de que o Ministério de Defesa pagará a conta do gás que mantém o fogo aceso, de cerca de US$ 6.700 por ano. Ontem, o governo chegou a dizer que o símbolo seria uma das vítimas dos cortes de gastos. Aceso em 11 de setembro de 1975 pelo ditador, em comemoração ao golpe que derrubou o presidente eleito Salvador Allende, o fogo arde desde então em frente ao palácio do governo, ao lado do túmulo do herói da independência chilena Bernardo O´Higgins.

Agencia Estado,

08 de outubro de 2003 | 19h25

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